quinta-feira, 23 de maio de 2013

A água na Terra

Mais de dois terços da superficie terrestre estão cobertos por água, mas a água doce representa menos de 3 % do total e, desta percentagem,uma grande parte está retida nos glaciares. são as águas superficiais - lagos, albufeiras e rios - e essencialmente as subterrâneas - toalhas freáticas e aquiferos - que fornecem a água consumida no mundo.

A água é um recurs essencial á vida e infnitamente renovável. O fenómeno responsável pela circulação e conservação na Terra é o Ciclo da água.


Trabalho realizado por:
Joana Santos
Daniel
Ricardo
Ariana



quinta-feira, 2 de maio de 2013

Os animais em vias de extinção


Os animais em vias de extinção
Nome popular: Chimpanzé
Nome Científico: Pan Troglodytes
Distribuição geográfica: Ocidente e centro de África, norte do rio Zaire, do Senegal à Tanzânia. Habitat natural: Floresta húmidas produtoras de frutos. Desde o nível do mar até os 2000 m
Hábitos alimentares: Frutas, cerca de 5% de insectos e pequenos mamíferos.
Tamanho: Macho 77-92 cm; Fêmea: 70-85 cm.
Peso: Macho: 40 kg; Fêmea: 30 kg (em liberdade). Período de gestação: 230-240 dias.
Número de crias: 1, gémeos raros
Tempo médio de vida: 40 a 45 anos.
Estado de conservação da espécie: Devido à destruição do seu habitat e à caça ilegal de chimpanzés pelo mercado de carne e de animais, pensa-se que restam apenas 150.000 chimpanzés nos bosques e florestas da África Central e Ocidental. Há um século atrás havia aproximadamente dois milhões.


 
 
Nome popular: Tartaruga Marinha
Nome Científico: Dermochelys coriácea
Distribuição geográfica: Águas mornas e temperadas ao longo do mundo.
Habitat natural: Águas mornas e temperadas ao longo do mundo.
Hábitos alimentares: A tartaruga marinha alimenta-se de moluscos, algas, crustáceos e carne.
Tamanho: Comprimento: pode atingir os 2 metros.
Peso: Pode chegar até 500 kg.
Período de gestação: 3 meses, período após o qual os ovos eclodem.
Número de crias: De 1 a 2 centenas de ovos por vez.
Tempo médio de vida: Cerca de 180 anos.
Estado de conservação da espécie: A poluição, as redes de pesca em que ficam presas e a procura dos seus ovos pela cozinha asiática têm reduzido significativamente esta espécie.
 
 
Nome popular: Ornitorrinco
Nome Científico: Ornithorhynchus anatinus
Distribuição geográfica: Secção oriental da Austrália e ilha da Tasmânia.
Habitat natural: Rios e lagos de água doce, bem como túneis subterrâneos que escava no solo.
Hábitos alimentares: O ornitorrinco é carnívoro e alimenta-se de insectos, vermes e crustáceos de água doce.
Tamanho: 40 cm, mais 13 cm de cauda.
Peso: Chega a pesar, no máximo, 4 kg.
Período de gestação: O ornitorrinco é o único mamífero que põe ovos. O período de incubação dos ovos é de 10 dias.
Número de crias: 2 ou 3 ovos em cada postura.
Tempo médio de vida: 15 anos
Estado de conservação da espécie: A poluição dos rios e lagos tem destruído significativamente a população de ornitorrincos.



 Nome popular: Lince-Ibérico
Nome Científico: Lynx pardinus
Distribuição geográfica: Portugal e Espanha.
Habitat natural: Tem como habitats preferenciais os bosques e matagais mediterrânicos onde procura abrigo.
Hábitos alimentares: Alimenta-se quase exclusivamente de coelhos-bravos, no entanto, a sua dieta pode ser complementada com roedores, aves e crias de cervídeos.
Tamanho: Comprimento: 80 cm até 110 cm; mais cauda de 11 a 13 cm.
Peso: 10 kg até 13 kg.
Período de gestação: Varia entre 63 e 74 dias.
Número de crias: 1 a 4
Tempo médio de vida: Até 13 anos.
Estado de conservação da espécie: O lince-ibérico é actualmente considerado o felino mais ameaçado do mundo e encontra-se classificado como espécie em perigo de extinção pelos Livros Vermelhos de Portugal, Espanha e UICN. Também se encontra protegido pela Convenção de Berna e pela Convenção que regulamenta o Comércio de Espécies Selvagens, sendo considerado pela
Directiva Habitats como uma espécie prioritária. As principais ameaças à sua sobrevivência são a acentuada regressão do coelho-bravo e a destruição dos habitats mediterrânicos.

Trabalho realizado por:
Ariana
Daniel
Joana Santos
Ricardo


Prestige


Prestige

O acidente do petroleiro "Prestige" aconteceu a 13 de Novembro de 2002 o barco sofreu um rombo no casco junto à costa da Galiza (Espanha). Quando naufragou, dia 19, provocou a maior catástrofe ecológica europeia, ao libertar parte das 77 mil toneladas de fuelóleo que transportava.

A 13 de Novembro de 2002, o "Prestige" foi apanhado numa tempestade ao largo do Cabo Finisterra e sofreu um rombo de 35 metros no casco.

Seis dias depois do acidente, o petroleiro partiu-se em dois e afundou-se a 270 quilómetros da costa da Galiza, Espanha.

Logo que os primeiros resíduos transportados pelo petroleiro chegaram à costa espanhola, a Força Aérea Portuguesa começou a fazer dois voos diários para verificar os estragos ecológicos e o risco da maré negra chegar a Portugal.

A 1 de Dezembro, duas manchas de fuelóleo foram detectadas a 36 quilómetros da Zona Económica Exclusiva (ZEE) de Portugal.

Mais de 2600 quilómetros da costa espanhola foram afectados nos meses seguintes pelas mais de 30 mil toneladas de fuelóleo entretanto derramadas pelo "Prestige".

Um relatório da organização ambientalista internacional WWF - World Wildlife Fondation, um ano depois do acidente, quantificou em pelo menos 64 mil toneladas a quantia de fuelóleo libertada para o mar e, dessas, entre cinco a dez mil continuavam à deriva.

Só nos três meses a seguir ao acidente foram recolhidas em Portugal 439 aves marinhas atingidas pela maré negra, das quais 186 ainda vivas, que foram enviadas para tratamento.

A pesca foi também prejudicada pelo desastre ecológico, não só em Espanha mas também em Portugal, uma vez que os consumidores recearam comer peixe poluído.

 
Trabalho realizado por:
Ariana
Daniel
Joana Santos
Ricardo

terça-feira, 16 de abril de 2013

Chuvas Ácidas

O consumo de combustíveis fósseis também origina a emissão de gases como o dióxido de enxofre e o óxido de azoto. Na atmosfera, esses gases reagem com o vapor de água e transformam-se, respetivamente, em ácido sulfúrico e ácido nítrico, que, dissolvidos na água da chuva, formam as chuvas ácidas.
A América do Norte e a Europa são os continentes mais afetados pelas chuvas ácidas.



As principais consequências das chuvas ácidas são:
- Corrosão de estátuas, monumentos e edifícios;
- Destruição de florestas;
- Problemas respiratórios e pulmonares na população;
 - Adicificação de solos, lagos e rios e, consequentemente, aumento da erosão dos solos, diminuição dos rendimentos agrícolas e desaparecimento de algumas plantas e espécies de peixes.


Trabalho realizado por:
Ariana Brito
Joana Santos
Daniel Sequeira
Ricardo Senhorinho

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Clima Urbano





http://www.slideshare.net/mekie/clima-urbano-rafaela






Realizado por : Bernardo Miranda
                        Gonçalo Pinto
                        Rodrigo Miguel
                        David Valda


As chuvas ácidas formam-se coma libertação de dióxido de enxofre e de óxido de azoto (provenientes de fábricas e automóveis) para a atmosfera. Esses gases que foram libertados para a atmosfera são levados pelos ventos para as nuvens.
A combinação destes gases com o oxigénio e o vapor de água contido nas nuvens, dá origem a ácido sulfúrico e ácido nítrico, ou seja, formam-se as chuvas ácidas.
Com a precipitação, as chuvas ácidas originam  a acidificação dos solos, que vai prejudicar a agricultura e as espécies de árvores e plantas que vão nascer. Outra consequência é a destruição da vegetação e a contaminação da água, que é muito prejudicial para a vegetação assim como para os animais.
As chuvas ácidas embora afectem mais as regiões industrializadas da América do Norte (EUA e Canadá) e da Europa (Alemanha , Áustria, Polónia, República Checa, Escandinávia), devido à emissão de dióxido de enxofre e à queima de petróleo e carvão,são um problema global visto que os ventos transportam as partículas poluentes.
    

Realizado por : Bernardo Miranda
                        Gonçalo Pinto
                        Rodrigo Miguel 
                        David Valada

Poluição Atmosferica



A poluição do ar nas áreas urbano-industriais, ocorre devido ao facto de estas regiões serem as que possuem mais focos de poluição, como os escapes dos automóveis (que emitem grandes quantidades de gases poluentes), os aquecimentos domésticos, os fumos industriais e outros, os incêndios florestais e as pulverizações com pesticidas.
Outros factores que também contribuem para a poluição atmosférica são: as características climáticas de cada região, a posição geográfica e os ventos dominantes.
Os espaços propícios para a concentração da poluição atmosférica são os locais afastados do litoral e regiões abrigadas (pouco ventosas), nestes locais existe uma maior concentração de poluição, pois o ar não se movimenta e os gases acomulam-se.
Os espaços desfavoráveis para a concentração da poluição atmosférica são as regiões litorais ou montanhosas, onde o ar é ascendente, nestes locais existe uma menor concentração de poluição.
Nos países desenvolvidos verifica-se uma maior concentração de poluição atmosférica, devido ao grande nível de industialização e ao modo de vida das pessoas que utilizam demasiado os automóveis, os CFC’s, etc. No entanto este problema cada vez mais se estende aos países em desenvolvimento, devido a esses países começarem a utilizar cada vez mais automóveis e a ter cada vez mais fábricas.



O Smog

As condições geográficas e meteorológicas também são muito importantes para o agravamento ou diminuição do efeito da poluição do ar.
O “Smog” define-se como uma combinação de fumo e de nevoeiro em áreas urbano-industriais.
O Smog surge em situações de nevoeiro, a sua formação é favorecida pelos focos de poluição, que aumentam o número de núcleos de condensação (poeiras ou partículas diversas) na atmosfera saturada ou quase saturada.
As consequências do Smog são:
-         A inversão térmica, ou seja, o aumento da temperatura durante o dia, e em condições de grande arrefecimento nocturno.
-         O Smog provoca directamente nas pessoas asma, bronquite, problemas respiratórios e cardíacos.
-         A concentração de fumos à superfície.
Algumas cidades que sofreram o Smog:
-         Los Angeles, é uma cidade que sofre grandes problemas de contaminação pelo smog.
-         Londres, foi onde ocorreu a situação mais grave, no ano de 1952, devido à conjugação de vários fenómenos meteorológicos.


Realizado por : Bernardo Miranda 
                        Rodrigo Miguel
                        Gonçalo pinto
                        David Valada